(dedico esse post ao meu amado Irmão dm José Pugliesi, afinal certos pedidos são como ordens!)
Olá;
Uma das lembrancinhas mais conhecidas na odm que eu vi, vivi e ouvi, é sem
dúvida a pataca comemorativa do centenário de nascimento de Frank Shermann Land em 1990 com a
efigie do bom e velho “dad”. O outro lado da moeda encontra-se a efigie do até
aquele momento então eterno e unânime (ou vice-versa) tio Alberto Mansur, fundador
da odm no Brasil, coincidentemente
há exatos dez anos no ano de 1990.
Não sei quem teve a ideia de colocar a efigie do tio Mansur
(a alusão aos 10 anos de odm não
está gravado como se pode observar na foto). Se foi o próprio não sei, dou o
beneplácito da dúvida, mas não me espantaria nem um pouco caso contrário...
Essa moeda comemorativa foi presenteada a todas as pessoas
que de alguma forma contribuíram para o engrandecimento de nossa amada Ordem no
país. Aí você, dm mais novinho, que está me lendo, deve concluir que eu estou no rol dos
grandes beneméritos a ter a honra de possuir tal comenda... Porra Nenhuma meu
caro, o tempo passou e essa pataca continuou a ser distribuída a torto e a
direito pelo tio Mansur por muitos anos após o centenário de aniversário de
“Dad” Land.
Fico a imaginar a absurda quantidade de patacas que foram
que foram produzidas e distribuídas (e o seu enorme valor de custo, pago evidentemente pelo
Supremo 33 do REAA) a ponto de ter durado tantos anos... Não me recordo mesmo quando a
recebi pela primeira vez, mas garanto que tenho espalhado por aqui pelo menos
umas quatro ou cinco, fora os que a minha mãe ganhou também. Multiplique-se isso
a todos menino(a)s e seus pais e amigos que porventura estivessem assistindo uma
sessão em companhia do nosso GM que também ganhavam... Banalizou-se tanto a coisa a ponto de em uma sessão em que
eu dirigia como Comendador Chevalier, tio Mansur ao meu lado meteu a mão no bolso do paletó
e sacou duas moedas para mim, e as recusei polidamente, afirmando que já as
possuía...
Pois é meus queridos e caros, eis o registro fidedigno de um tempo em que a autopromoção da imagem que tanto repudiamos das autoridades públicas acontecia naturalmente em uma Ordem que pregava a liderança jovem e livre, mas que possuía uma estrutura fechada e autocrata...
Pois é meus queridos e caros, eis o registro fidedigno de um tempo em que a autopromoção da imagem que tanto repudiamos das autoridades públicas acontecia naturalmente em uma Ordem que pregava a liderança jovem e livre, mas que possuía uma estrutura fechada e autocrata...

Um comentário:
Rir ou chorar?
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