Paul, Nanda e Eu
Olá;
Quando nasci em 1968, os Beatles já estavam entrando num processo de desgaste natural entre os seus membros que culminou em 1970 com a dissolução definitiva da banda... Depois à medida em que eu ia crescendo e sacando que o mundo extrapolava os limites da Travessa Vitalina, sempre dava de cara, ou melhor, de ouvidos, com as músicas desses caras com a mesma indiferença que tenho hoje pelo Luan Santana... Mas num belo dia na década de 1980 do século passado após já ter descoberto que eu gostava de rock'n'roll mais do que outra coisa, comprei no Méier na extinta loja Sandiz uma fitinha k7 dos Beatles, para ser mais exato o lendário álbum “Sgt. Peppper’s...” e fui ouvir no meu velho walkmen vermelho todo fudido na sala do Capítulo “zero um”...
Não, a minha vida não mudou nada depois de ouvir a fitinha k7, mas ficou a curiosidade de como uns caras ha quase vinte anos atrás faziam uma música que ainda soava diferente!! Daí em frente passei a comprar mensalmente, ou quando a mesadinha sobrava, todos os discos (no meu caso fitinhas k7) dos fab four, contribuindo na minha opinião positivamente na formação intelectual do sujeito que me tornei.
Depois de “quase quase” ter ido no histórico show de 1990, e de ter inúmeros impedimentos para assistir os outros, finalmente no último domingo eu fui acompanhado com a minha esposa conferir se esse tal de Paul McCartney, a lenda viva e dinossauro do Rock, realmente existia (ou se realmente ele tinha morrido), rsrsrs... Ficar alguns metros a frente de um legítimo beatle, quer queiram ou não uma banda que fez História, ouvir e cantar suas músicas imortalizadas foi uma experiência que só vou poder descrever racionalmente a posteriori, pois ainda não tenho a exata ideia da magnitude do evento que testemunhei.

Um comentário:
Pô Teles... colocar Luan sei-lá-de-onde no mesmo texto do MaCca?
Como disse o Zé Simão: 1/4 dos Beatles estavam no palco!! Eu acho que o quarto mais genial!
E feliz aniversário atrasado, meu amigo!
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